“Nossa equipe Hospitalar de Doação para Transplantes ( e-DOT), formada por um grupo multiprofissional de profissionais de saúde, conduziu de maneira exemplar essas captações, desde as condutas dos complexos protocolos, a entrevista familiar para o aceite, o transplante dos órgãos e o translado até o aeroporto. Estamos com esse sentimento positivo, de esperança com a vida. Nossa missão é salvar, de todas as maneiras”, comenta Marina Barbizan, líder geral do HO.
Na Bahia, a Coordenação do Sistema Estadual de Transplantes (COSET), em parceria com o Sistema Nacional de Transplantes (SNT), planeja, gerencia, executa, acompanha e fiscaliza todas as atividades relacionadas às condições para a retirada de órgãos. “Existe uma fila de pacientes que aguardam órgãos, a COSET faz essa triagem e de acordo com o grau e necessidade e compatibilidade, encaminha para o SNT direcionar o órgão.
Na última captação realizada pelo HO (dia 23 de outubro), os rins e válvulas cardíacas foram para Salvador, já o fígado foi para o Amazonas pela Força Aérea Brasileira (FAB). É um esforço coletivo, as captações devem ser céleres, existe um tempo cronometrado no processo de retirada e transplante. A equipe realizou um excelente trabalho junto ao Sistema Nacional de Transplantes”, destaca João Carlos Soares, enfermeiro e presidente da e-Dot do Hospital do Oeste.









